ÁFRICA do Sul – o que EU VI pelas ESTRADAS da bela região de Western CAPE

Eu não me derreti por Western Cape na África do Sul! Esta bela região africana não fez meu coração bater forte, não me arrancou do prumo e muito menos me deixou arriada de tanto amor. Contudo, todavia, esta terra de cenários tão variados quanto voluptuosos enlevou meu olhar, me intrigou, até certa medida me decepcionou e encheu meus pensamentos de reflexões, roubando meu sossego.

Estas paragens denominadas de Western Cape na África do Sul são diferentes de tudo o que eu podia imaginar que encontraria no continente africano. Fui realmente surpreendida pelo que vi e vivi por lá. Eu acredito que muitas camadas formatam este país, mas como turista tive acesso apenas a sua mais rasa superficialidade.

Fizemos uma road trip por Western Cape na África do Sul que durou mais ou menos 2 semanas numa viagem sem pressa, de sentidos e sentimentos.

Longo caminho até a África do Sul

Uma viagem por Western Cape na África do Sul

Sobrevoando a África do Sul – dia que nasce

Uma viagem por Western Cape na África do Sul

Chegando a Joanesburgo – nuvens incrivelmente densas

Parti para África do Sul cheia de expectativas sobre o que encontraria por lá! Tinha incertezas e receios. O caminho foi longo, envolveu múltiplos voos, muitas horas entre aviões e aeroportos. Naturalmente chegamos na Cidade do Cabo acabados no cansaço!

Mas, eu só pensava numa coisa: EU ESTOU NA ÁFRICA! Tão surreal para mim quanto foi estar no Japão ou na Rússia. Talvez esta viagem tenha sido ainda mais significativa, pois aqui, neste continente, embora não exatamente na África do Sul, está parte de minha formação como soteropolitana, uma vez que as influências africanas em nossa cultura são marcantes.

Fim de tarde na Cidade do Cabo pede um café

Uma viagem por Western Cape na África do Sul

Um fim de tarde, um café – Cidade do Cabo

Chegamos à Cidade do Cabo num fim de tarde. Sentamos um momento na sacada do hotel que nos hospedou para observarmos o movimento desta cidade tão desconexa enquanto tomávamos um café! Uma de minhas bebidas preferidas, aliás, já é coisa séria por lá.

Há alguns anos seu consumo no país tem aumentado e Cape Town já é considerada a capital do café no país. Sorte a minha que amo um bom café negro e fumegante. Em todos os hotéis que nos hospedamos havia cafeteira e cafés a disposição nos quartos. Visitamos deliciosas cafeterias e bebemos maravilhosos cafés. Embora o expresso seja o mais facilmente encontrado, descobrimos locais com variados métodos manuais de café.

Outono na África do Sul

Uma viagem por Western Cape na África do Sul

Sob o sol sul africano

Viajamos exclusivamente pela região de Western Cape na África do Sul durante a primeira quinzena de Abril, outono, portanto. Tanto a temperatura quanto o clima nas cidades por onde passamos variaram bastante. Pegamos chuva e neblina, especialmente durante as primeiras horas do dia.

Costumava amanhecer friozinho e, nas cidades onde o vento não soprava forte, fazendo nossa pele arrepiar um tantinho assim, fazia calor. Frio de verdade, não pegamos. As temperaturas em nenhum momento estiveram abaixo dos 15 graus.

O sol africano não é para amadores! Ele queima e castiga. Torra a pele e deixa suas marcas. Eu, com esta minha cor de cravo e canela, muito trabalhada na cor do pecado, sofri. Nem toda a minha baianidade, de menina criada nas areias quentes de Itapoan, sob o sol soteropolitano, me salvaram.

Minha boca estourou e a pele tostou.

Primeiras impressões: confusão e decepção

Uma viagem por Western Cape na África do Sul

Cidade do Cabo – nosso ponto de partida em Western Cape na África do Sul

As minhas primeiras impressões sobre a África do Sul foram confusas e cheias de decepção! A sensação que eu tive ao caminhar pela ruas da Cidade do Cabo naquela primeira tarde foi de ter desembarcado no país errado! Cadê toda a africanidade daquela cidade?!

Minhas percepções me situaram ora nos Estados Unidos, ora na Europa… Esta sensação durou quase a viagem inteira. Raras vezes me senti efetivamente na África. Como um paradoxo difícil de explicar, andar por Salvador (Bahia, Brasil), minha cidade natal, faz com que me sinta muito mais em um contexto africano do que consegui experimentar nesta parte da África do Sul.

Esta minha percepção talvez seja absurdamente injusta com todas aquelas pessoas, presentes e passadas, legitimamente sul africanas, que construíram aquela cultura secular que encontrei em minha visita ao país. Tão injusta quanto as inúmeras ocasiões em que colocaram (e colocam) em dúvida minha baianidade ao não me reconhecerem como parte desta terra.

Fato é que Western Cape me surpreendeu por seu caráter ilógico não se encaixando em meus estereótipos africanos.

Ao perceber que esta região sul africana tinha sua própria identidade, sua própria dinâmica, eu me abri para sua cultura e para tudo o que Western Cape podia me oferecer. Limpei minha mente, meus supostos conhecimentos prévios, minhas memórias primárias e olhei para as cidades e para suas particularidades.

Western Cape na África do Sul sob meu olhar

Uma viagem por Western Cape na África do Sul

Tentando desvendar a África do Sul

Uma amiga, muitos e muitos anos atrás, viajou à África do Sul e me disse ao voltar: para chegar ao nível de desorganização do Brasil, eles precisam ainda melhorar muito. Não lembro por onde ela deixou suas pegadas naquele país e portanto que elementos embasaram sua análise.

Fato é que seu comentário me marcou.

A verdade é que eu esperava encontrar cidades bagunçadas, quebradas e caóticas. Trânsito alarmante. Esperava ver a pobreza convivendo com a riqueza, a desigualdade social escancarada, nos dando tapas constantes na cara. Pensei que encontraria sujeira e ruas remendadas, esburacadas. Prédios caindo aos pedaços.

Acreditei que encontraria serviços ruins, tensões raciais explícitas, violência, insegurança… Pensei que encontraria na África do Sul um pedaço da minha Salvador: caótica, rasgada, mal humorada, danificada, ineficiente, violenta, racista… Interessante, cheia de personalidade, com um cultura forte, dinâmica, uma energia poderosa! Acreditei que encontraria muita familiaridade brasuca na África do Sul. Ah! Nada mais longe da realidade que minhas expectativas e receios!

Western Cape é um pedaço da Europa na África do Sul. Os serviços funcionam, as ruas e estradas são ótimas, tudo está muito bem sinalizado. Há estrutura para receber o turista, a arquitetura está bem preservada e não há edifícios precisando de recauchutagens.

Não encontramos lixo nas ruas. A pobreza, embora exista (vimos favelas nas entradas e saídas das cidades), não é facilmente visível, salvo pela quantidade alarmante de mendigos, especialmente em Cape Town.

O cenário que encontrei na África do Sul, nesta curta viagem por Western Cape, foi totalmente contraditório às memórias primárias que havia construído baseadas em algumas matérias de jornais e livros lidos.

Segurança

Western Cape na África do Sul

Em Knysna

É fácil e seguro estar em Western Cape, guardando alguns cuidados: não ostentar telefones ou câmeras fotográficas pelas ruas, pois há risco de furto, evitar caminhar por ruas desertas, especialmente à noite, ficar atento às aproximações, este tipo de precaução.

Contudo, apesar da mendicância em larga escala, insistente, persistente e permanente, em nenhum momento eu me senti ameaçada ou assustada em qualquer um dos lugares que eu passei. Não me senti diante de nenhum perigo iminente. E caminhamos muito!

As pessoas

As pessoas em Western Cape são absurda, intensa e impressionantemente receptivas, amigáveis e sorridentes. Pessoas de riso deliciosamente frouxo. Em todas as cidades que visitamos, principalmente durante nossas andanças pelas ruas, fomos cumprimentados com largos sorrisos por pessoas de variadas camadas sociais.

Nos estabelecimentos onde estivemos, fossem museus, restaurantes, bares ou postos de gasolina, se passou o mesmo: educação, gentileza, eficiência, muitos risos e, dentro do possível, uma conversinha aqui, um papinho acolá…

Idioma

O inglês é o idioma oficial do país e o quinto mais falado na África do Sul, embora nem todo mundo fale muito bem. O suficiente, no entanto, para qualquer tipo de comunicação. O mais divertido é perceber as diferenças de acentos entre as classes sociais e cidades.

Alguns deles puxam longamente a letra R conferindo sonoridade interessantíssima ao idioma. Algumas vezes, pronúncias mudavam tanto a forma das palavras que muitos minutos eram necessários para um entendimento de minha parte, mas de um modo geral não há problemas.

Toda a comunicação, sem exceção, foi realizada com sucesso e muita, muita simpatia.

Fiquei sabendo por lá que as pessoas aprendem o inglês nas escolas de maneira formal e em casa o idioma segundo sua etnia. Por isso, nem todo mundo fala um inglês fluente ou perfeito, pois não tem acesso a educação de qualidade.

Em todas as cidades por onde andamos, as informações estavam tanto em inglês quanto em africâner e eventualmente em outro dos tantos idiomas falados no país.

Um curiosidade: inúmeras pessoas com quem conversei por lá, por Western Cape, fizeram questão de me contar que falavam dois ou três idiomas. Às vezes até mais. A maioria não sabia que língua falamos no Brasil e algumas ficaram extremamente surpresas por só falarmos um idioma!

Racismo e apartheid

Western Cape na África do Sul

Trabalhadores na cidade de Knysna

De todos os sistemas cruéis e desumanos criados e executados pela humanidade, talvez o apartheid seja um dos que tenha o mais pesado cunho opressor. Eu li que esta parte da África do Sul, uma anomalia em relação ao resto do país, é aquela em que mais as raças se equilibram em termos proporcionais. Entretanto, não se misturam.

Não observei em nenhuma das cidades que visitamos grupos mesclados: negros andavam com negros, brancos com brancos. Não percebi miscigenação. Houve lugares em que nem os garçons eram negros. Negro fazendo trabalho mais braçal e os brancos administrando os lugares.

À exceção talvez tenha sido a cidade de Knysna, eminentemente negra. Em muitos momentos, eramos apenas nós de brancos. Contudo, ficamos pouco na cidade, circulamos pouco, então não tenho como afirmar se nos cargos administrativos – acho pouco provável – os negros tenham encontrado mais espaço.

Em nenhum momento, em qualquer cidade do Cabo Ocidental, eu senti qualquer tipo de olhar curioso, raivoso ou preconceituoso. Nada de hostilidade, fosse pela minha cor da pele, por ser mulher, por ser turista. Em verdade, salvo por dois homens que me paqueraram no mercado, de maneira desconcertantemente objetiva, não percebi nenhum olhar sobre mim.

Enquanto perambulava pelas cidades, observando o correr de seu cotidiano, milhares de dúvidas, pensamentos e reflexões surgiam a todo instante. Qual a profundidade das cicatrizes que o apartheid deixou?! Como as gerações, antigas e novas, encaram uns aos outros, com o fim do apartheid institucionalizado?! O povo conseguiu se curar desse atroz sistema?! Ou a violência (acredito nisto) é camuflada a tal ponto de não ser visível aos olhos de uma turista?!

Brancos e negros se ignoram ostensivamente?! Ou estão tentando mudar um padrão criado há não sei quantas décadas?!

“(…) o problema é que sempre nos disseram, desde meus tempos de criança, que somos os únicos, que somos tudo por aqui.” – um comerciante branco, década de 90, em “Tempos de Reflexão”, Nadine Gordimer, escritora sul africana, branca.

Em determinado momento da viagem, uma pessoa corrigiu a maneira como foi pronunciado seu nome, afirmando que ela era africâner (descendente dos colonos europeus). Chamou minha atenção o fato de que ela não se auto afirmou sul africana e sim deixou claro sua etnia.

Marcas sutis do apartheid

A segregação racial, pelo que observei no país, deixou marcas sutis, além daquelas escancaradas de opressão e supressão dos direitos mais básicos dos não brancos. O apartheid evitou a mistura, a mestiçagem, esta coisa linda que forma uma nova cultura, mais rica, mais interessante.

Assim, a cultura do cabo ocidental na África do Sul me soou plácida, um repeteco quase sem graça do que vemos aqui e ali pelo mundo. Em minha opinião, o que talvez salve um pouco esta região do tédio total, é a natureza exuberante, forte, abundante, variada e imponente, alem de sua gastronomia.

A cozinha de Western Cape sim, recebeu influências variadas, se permitiu certa mistura e construiu novos sabores, se nem sempre agradáveis a meu paladar, sem dúvida alguma inusitados.

Conhecimentos superficiais de uma turista ocasional

Western Cape na África do Sul

Cidade do Cabo

Nada do que eu vi ou vivi pela África do Sul me levou para as camadas mais profundas daquele país ferido por um sistema de segregação institucionalizado no passado e disfarçadamente existente no presente.

Eu desconfio que, como turista, tenha vivido apenas ilusões. Uma festa onde não temos acesso aos bastidores.

Duas matérias me chamaram a atenção antes de voar para a África do Sul: na primeira um historiador dizia que quem plantou as sementes do apartheid foram os primeiros holandeses que ali chegaram e logo construíram um muro os separando daquela gente escura e selvagem, os indígenas ocupantes da terra.

A outra, falava que os sul africanos brancos, os afrikaners, detentores do poder aquisitivo, estavam pedindo, em nome da segurança, que negros voltassem a portar cartões de trânsito. Tais cartões indicariam se eles poderiam ou não estar em determinadas áreas. Na verdade, eles poderiam o direito de ir e vir, uma vez que só poderiam estar em certos locais se estivessem ali a trabalho.

Foi aqui, em Western Cape, que a colonização europeia na África do Sul começou, com a chegada dos holandeses e suas marcas são profundas e existem até hoje. Fui, como não podia deixar de ser, buscar nas cidades este passado para tentar compreender um pouco mais do seu presente. Aprendi muito, mas não o suficiente ainda sobre o país. Ainda!

Western Cape na África do Sul

Western Cape na África do Sul

Maravilhosa paisagem em Montagu

Western Cape na África do Sul é uma região belíssima, de cenários tão surpreendentemente variados quanto espetaculares. Alugamos um carro, dirigimos pela mão contrária, conversamos com pessoas, bebemos vinho, tomamos chá e café. Comemos bem.

Vimos belíssima arquitetura colonial, montanhas imperiosas, rudes e suaves… Caminhamos por marcos históricos, mergulhamos nossos pés no oceano Atlântico e no Índico.

Eu confesso que não me derreti pela África do Sul, mas espero visita-la novamente em breve para desbravar mais de suas terras, conhecer melhor sua gente e sua história. Paradoxalmente trago os momentos vividos por lá registrados em minha alma, em meu coração. Trago saudades e felicidade pelas pessoas que cruzaram nosso caminho e gratidão ao Universo porque tudo saiu muito bem!

Eu diria que esta foi uma viagem perfeita!

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+ Pela África do Sul – roteiro de viagem

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Western Cape na África do Sul – o que saber

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Cais da Ilha de Genebra

 

24 Comments

  1. Camila Neves 21/04/2018 em 16:51 - Responder

    Adorei esse post! Sou doida para conhecer a África do Sul e agora fiquei com mais vontade ainda 🙂

  2. Sy 23/04/2018 em 11:59 - Responder

    Um dos países que quero fazer esse ano ainda. Espero conseguir. Já anotei as dicas!

  3. rui batista 23/04/2018 em 12:24 - Responder

    A África do Sul tem muitos destinos super-interessantes. Um país mal-tratado internacionalmente pelas más notícias de muitos anos. Tem muito a descobrir e as vossas belas partilhas ajudam a colocá-lo no lugar certo, nos must-visit de quem aprecia destinos fantásticos.

    • Analuiza Carvalho 23/04/2018 em 13:19 - Responder

      De fato Rui, chegam-nos poucas e más notícias vindas do continente africano. Tanto que nesta viagem me dei conta, mesmo nascida e criada em Salvador, do quão pouco eu sei tanto da África quanto da África do Sul. Vi apenas um pouco, nada do que esperava, e despertou-me a vontade de ver muito mais! Por isso, asap, quero voltar. 🙂

  4. Luis Felipe 24/04/2018 em 07:59 - Responder

    Ao pensar em África, grandes estereótipos vem a nossa mente. Muito bom teu relato mostrando que a vida real é diferente. E a nossa percepção enquanto turista é superficial mesmo. Abraço!

    • Analuiza Carvalho 24/04/2018 em 13:30 - Responder

      oi Luis. Verdade! Acho que África é ainda um grande mistério para nós e por isso carregada de estereótipos que, como bem pude comprovar em minha recente viagem a Western Cape, bem distante de tudo o que podia imaginar a respeito de África do Sul. Mesmo tendo plena consciência de que minha visão como turista é mesmo superficial, busquei com afinco descobrir o máximo que me foi possível. Esta viagem despertou em mim a vontade de conhecer e saber mais. 🙂

  5. Diego Arena 24/04/2018 em 20:36 - Responder

    Gostei de saber um pouco mais sobre essa região. Os prédios e o centro são bem diferente do que eu imaginava.
    Obrigado por compartilhar

    • Analuiza Carvalho 25/04/2018 em 12:53 - Responder

      oi Diego… com certeza a arquitetura que eu encontrei em Western Cape foi um dos elementos que me causaram surpresa, principalmente por estar em total dissonância com o que eu imaginava. Prova de que nada sabia sobre esta região africana. 🙂

  6. Aline Rodrigues 25/04/2018 em 08:19 - Responder

    Que delícia! Sou doida pela África do Sul e eu super faria um roteiro de carro pra pegar essas estradas. Parabéns pelo post. Tá lindo!

    • Analuiza Carvalho 25/04/2018 em 11:22 - Responder

      oi Aline… para quem gosta de uma road trip Western Cape na África do Sul é de fato uma ótima pedida. As estradas são excelentes e as paisagens maravilhosas! Tomara que você possa visitar a região asap. bjinhos

  7. Leo Vidal 25/04/2018 em 23:04 - Responder

    Adorei as dicas, sou louco para conhecer a África do Sul e aproveitarei bastante as dicas para meu roteiro.

    • Analuiza Carvalho 26/04/2018 em 13:41 - Responder

      África do Sul, me parece, tem mesmo despertado o interesse cada vez mais frequente dos viajantes. Só fui à Western Cape, ainda há muito para ver no país. Esta região me deixou verdadeiramente surpresa pelo que se apresentou.

  8. Adoro seus relatos Ana, sempre com uma visão poética e humana de cada destino.Curioso como temos nossos conceitos prévios de cada lugar e criamos determinadas expectativas, muitas vezes completamente diferentes da realidade. Mas o importante é saber vivenciar cada lugar e guardar essa experiência na memória.

    • Analuiza Carvalho 26/04/2018 em 13:40 - Responder

      oi Fabíola… fico imensamente feliz em saber que você gosta das minha narrativas de viagem! Uma mensagem assim me faz o dia. 🙂

      É verdade, é tão comum a realidade discordar de nossos conceitos, não?! Esta é uma das graças de viajarmos, ver ao vivo, sentir, observar, experienciar outras culturas e principalmente destruir velhos conceitos e reconstruir novas ideias. Abrir os olhos e olhar sem preconceitos e com respeito para as cidades que nos recebem.

      Western Cape foi mesmo uma surpresa para mim!beijocas

  9. Aninha Lima 27/04/2018 em 10:34 - Responder

    Ou seja: vá sem expectativas e se Surpreenda positivamente, correto?
    Estou juntando milhas pra conhecer essa belezinha de lugar! Acho que não passa de 2019!

    • Analuiza Carvalho 27/04/2018 em 13:56 - Responder

      oi Aninha… tomara que você consiga. 2019 está mesmo logo aí. Eu só fiquei por Western Cape, uma região de bonitos cenários. Não é uma região cara, o que é bom em tempos de dólar alto né?! Já tem alguns outros textos falando sobre a região, além deste e ao longos dos próximos meses terão muitos outros. Qualquer dúvida, me diga. bj

  10. Marcia Picorallo 28/04/2018 em 06:34 - Responder

    Analuiza, obrigada pelo prazer de ler este post. Em geral blogueiros escrevem com olhos de turista, mas você foi além e apontou reflexões que podem ser usadas não só na África do Sul, mas em vários lugares que visitamos.

    • Analuiza Carvalho 28/04/2018 em 07:26 - Responder

      oi Marcia… fico feliz que tenha gostado de viajar comigo por minhas reflexões, dúvidas, certezas, curiosidades sobre África do Sul… Meu olhar também é de turista, pois não é possível desvendar os mistérios e dinâmica de uma cultura em apenas 15 dias como visitante, mas procuro ver, aprender, descobrir o máximo possível do fluir das cidades que eu visito! 🙂 bjinhos

  11. Fabia Fuzeti 28/04/2018 em 08:50 - Responder

    Ana, que texto mais gostoso de ler. Adorei as reflexões que você pincela nele… Tenho muita vontade de conhecer a África do Sul, ver Western Cape pelas suas fotos ajudou a me entender melhor a realidade e tirar aquela ideia estereotipada da cabeça. Muito bom!

    • Analuiza Carvalho 28/04/2018 em 09:38 - Responder

      oi Fabia… que bacana saber que você gostou de conhecer minhas percepções acerca de Western Cape na África do Sul. Fiquei ainda mais feliz em saber que te ajudei um pouco a desconstruir ideias a respeito da região e mais ainda de ajudar na construção de suas memórias primeiras. Que seja em breve sua ida ao país para desenvolver suas próprias impressões. beijocas

  12. Vitor Martins 14/08/2018 em 06:58 - Responder

    Adoro, ja estive varias vezes. Adorei as dicas.

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