Voando para CHIGACO com a AMERICAN Airlines: procedimentos de terra e ar

Nós voamos com a American Airlines para Chicago, a companhia americana. Chegamos aos Estados Unidos pela cidade de Miami e saímos pela mesma cidade. A rota do voo era Salvador – Guarulhos – Miami – Chicago, sendo que a volta era Miami – Brasília.

O trecho interno Salvador – Guarulhos era code share com a Latam. Deveria ter sido, mas faltando 15 minutos para o embarque no aeroporto da capital baiana o voo foi cancelado. Começava aqui minha saga para chegar em Chicago.

A compra das passagens com a American Airlines para Chicago

Compramos as passagens com origem em Salvador para Chicago (ida e volta) com a American Airlines direto no site da companhia aérea.

No ato da compra das passagens de Salvador para Chicago eles pediam a inclusão do local onde ficaríamos lá, o que ainda não sabíamos, uma vez que nossas viagens geralmente começam com a compra das passagens. Deixamos em aberto, para incluirmos depois.

Neste momento já pudemos, sem custo adicional, marcar os assentos dos trechos curtos, internos nos Estados Unidos: Miami – Chicago e Chicago – Miami. Quando reservamos o hotel, voltamos ao site da American e incluímos os dados faltantes. Neste momento nos permitiram marcar os assentos do trecho Guarulhos – Miami e Miami – Guarulhos.

Eu voaria sozinha, uma vez que Leo seguiria para Chicago dias antes para correr a meia maratona. Assim que, fizemos um upgrade de poltrona, pagando uma pequena diferença na tarifa original, para voar numa disposição 2×2 em vez de 3x4x3 que compunha quase toda a aeronave. Essas poltronas ocupam três fileiras apenas e estão dispostas no fundo da aeronave.

Saindo de Salvador: começa a saga

Salvador, 11:30 da manhã, estou eu no aeroporto para fazer o check-in presencial, uma vez que por motivo indeterminado e inexplicado, eu não consegui efetuar a operação 24 horas antes, nem pelo telefone e nem pelo site. A fila na Latam estava gigantesca, então pedi ajuda a uma atendente, explicando a situação.

Ela se dirigiu a um totem comigo e iniciou os procedimentos. Como eu já havia informado o hotel, foi necessário apenas inserir os dados do meu visto americano no sistema. Ato contínuo fui para o balcão do despacho de bagagens, que estava vazio.

Neste momento foi necessária a apresentação dos três bilhetes de ida (Salvador – Guarulhos/ Guarulhos – Miami / Miami – Chicago), recém impressos pela atendente, o passaporte e as passagens de volta que eu tinha impresso em casa. Todos estes dados foram inseridos novamente no sistema.

Tudo aconteceu de maneira rápida.

Em seguida fui para o portão de embarque esperar a hora do voo. O problema é que São Paulo amanheceu com forte nevoeiro e Cumbica ficou fechado por duas horas no início da manhã, causando um efeito cascata de atrasos e cancelamentos de voos, incluindo o meu.

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Esperando o voo antes do cancelamento no aeroporto de Salvador

Peguei minha mala despachada e me dirigi novamente ao balcão da Latam, onde a fila estava enorme de pessoas nervosas querendo soluções rápidas e imediatas. Nesse momento aceitei a possibilidade de que poderia perder o voo para Chicago.

O problema é que não havia voos Latam que me deixassem a tempo em Guarulhos para pegar a conexão para Miami.

Diante do panorama, quando uma supervisora passou por mim, eu a chamei e expliquei a situação. Ela imediatamente me tirou da fila e me levou para a loja, explicando a situação a outra atendente, pedindo que ela conseguisse qualquer voo que me deixasse em Guarulhos o mais rápido possível ou um voo mais tarde para Miami.

Não foi fácil. A menina na loja ficou cerca de 2 horas pendurada ao telefone, pesquisando voos e falando com companhias aéreas, argumentando e suando a camisa por mim. Durante todo este tempo eu fiquei de pé aguardando pacientemente uma solução que finalmente veio.

Fui alocada num voo Gol que estava perto da decolagem.

Voando Gol para Guarulhos

Alocada num voo GOL Salvador – Guarulhos

Aqui ressalto que isso só foi possível porque minha conexão em Guarulhos era muito longa, acima de 7 horas. Assim, tivemos tempo hábil para encontrar uma solução. Outro ponto que contribuiu a meu favor foi que costumo viajar com pouca bagagem, então como minha mala estava dentro dos padrões de equipamento de mão, não precisei despachar no voo da GOL.

No balcão da GOL o atendente foi super prestativo: não só me colocou na janela, como nas primeiras fileiras para que eu pudesse desembarcar o mais rapidamente possível em São Paulo, porque chegaria em cima da hora para reembarcar com destino a Miami. Inclusive se ainda tivesse que pegar bagagem por lá, não teria conseguido.

Tanto a LATAM quanto a GOL trabalharam muito bem por mim.

Desembarque em Guarulhos

Eu sou extremamente desorientada e embora passe pelo aeroporto de Guarulhos muitas vezes ao ano, eu sempre me perco. Então a primeira coisa que eu fiz ao desembarcar foi perguntar a direção do Terminal 3 onde fica o balcão da American Airlines.

Eu havia desembarcado no terminal 2 e distância entre um e outro é enorme. Com o relógio correndo rápido eu tive que correr ainda mais rápido. Ainda bem que sou corredora de rua! Cheguei ao check-in da American suada e esbaforida, no limite.

Fui a última a ser atendida pouco antes do encerramento.

Novos procedimentos de check-in

A American Airlines já implementou as novas regras determinadas pelo governo americano e assim, no balcão de check-in, recebi da funcionária da companhia, brasileira, um largo sorriso, simpatia e várias perguntas em uma aparente e enganadora conversa amigável e informal.

Era uma entrevista.

As atuais regras de segurança para voos com destino aos Estados Unidos incluem entrevista, checagem dos equipamentos eletrônicos e revista da bagagem de mão. Essas ações são feitas pelos funcionários das companhias aéreas que têm liberdade para usar a abordagem que acharem mais conveniente.

Pois bem. Ela me perguntou se eu já conhecia Chicago, se já havia estado nos Estados Unidos antes. Me perguntou qual a razão de minha viagem e pediu para confirmar o nome do local onde estaria hospedada que ela leu no sistema. Contou, sempre sorrindo muito, que adorava Chicago e me perguntou se eu conhecia alguém lá.

Falei que meu marido havia viajado uns dias antes para correr a meia maratona.

Perguntou se eu tinha mala para despachar e ao ver o tamanhico dela me perguntou se eu viajaria para os Estados Unidos somente com aquela pequena mala. Diante de minha confirmação, deu risada, me entregou o passaporte, passagens e desejou boa viagem.

Embarcando para Miami

Aqui novamente eu tive que correr, porque o embarque já havia começado. Passei pelo leitor de bilhetes, raio X e controle de passaporte também eletrônico – uma facilidade! Fui voando para o meu portão de embarque. O tempo corria rápido e agora era tudo uma questão de tempo!

Consegui chegar e então pude respirar!

Procedimentos de embarque

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Embarcando para Miami em Guarulhos

Quando eu estava prestes a embarcar chamaram meu nome! O que seria agora?! Como a Latam em Salvador não deu baixa em minha bagagem despachada antes do cancelamento do voo, ou seja, não indicou que nem eu e nem minha bagagem viajamos com eles, eles não encontravam a minha mala com origem em Salvador.

Isso gerou uma questão de segurança.

Resultado, tive que ir para uma salinha para teste de pólvora nas minhas mãos e meias e revista manual de corpo, tênis e bolsa. Não foi muito demorado, menos de 10 minutos, creio. Só então pude embarcar. A última a fazê-lo.

Decolamos com o por do sol e o céu estava lindo!

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O por do sol na saída de São Paulo

No voo Guarulhos – Miami

O avião que me levou do Brasil ao Estados Unidos era bem novinho e estava cheio, mas não lotado. Para minha sorte ninguém voou ao meu lado, então pude ir deitada nas duas poltronas, o que considero um privilégio imenso! Decolamos de Guarulhos com meia hora de atraso. Minha apertada conexão em Miami estava comprometida.

O encosto das poltronas tinha o apoio lateral móvel de cabeça. Havia ainda televisores individuais e muitos filmes à disposição. Uma benção para quem não consegue dormir como eu e se sente muito desconfortável naquelas minúsculas poltronas. Uma distração agradável. Entregaram também uma manta e um travesseiro pequeno.

A tripulação não foi gentil e nem rude, foi apenas seca e eficiente.

Os banheiros estiveram limpos durante todo o voo!

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No voo Guarulhos – Miami

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Muitos filmes disponíveis: eu assisti alguns, entre eles O Touro Ferdinando

O jantar foi servido rapidamente. Havia duas opções: frango ou polenta. Escolhi frango com arroz: gosto de nada com coisa nenhuma. Não gostei e abandonei metade, assim como o pão que parecia dormido de tão duro. Havia também bolacha cream cracker, manteiga, requeijão cremoso e um doce de alguma coisa que levava coco, único sabor identificável.

Para beber, água, refrigerante, suco, vinho branco e tinto.

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O jantar: frango com arroz: gosto de nada com coisa nenhuma

À medida que as pessoas foram finalizando suas refeições a tripulação já recolhia os pratos. Gostei disso porque detesto acabar de comer e ter que esperar muito tempo, naquele ambiente incômodo e apertado, pelo recolhimento dos objetos.

O café da manhã tinha pão com geleia de laranja e manteiga, uma salada de frutas gostosa, além de água, suco, café e leite.

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O café da manhã

Conexão em Miami

Pousamos às 5 da manhã em Miami e levamos ainda uns 15 minutos dentro do avião esperando resolverem algum problema no finger. Ainda no voo, na tela em frente à minha poltrona eu vi que meu voo para Chicago sairia do portão D2.

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Pousamos em Miami antes do dia nascer

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Na tela os voos e portões de embarque; o meu para Chicago D2

Ao sair, fui seguindo as placas para o controle de passaporte. Subi uma escada rolante e me deparei com um trem. Entrei e segui em frente. Na saída do trem, um funcionário organizava o fluxo de pessoas orientando sobre o que devíamos fazer. O primeiro passo foi passar por um totem onde o sistema fazia perguntas do tipo sim e não, como traz mais de 10.000 dólares, carrega sementes, este tipo de questão.

Depois, ele pergunta qual nosso tipo de visto. Pede então para ler o código de barras do visto – atenção: do visto e não do passaporte – e tira uma foto nossa. É muito rápido. Pergunta ainda em que voo chegamos: as opções aparecem no visor e só temos que confirmar o nosso.

A operação finaliza quando o sistema emite o recibo que devemos manter junto com o passaporte e bilhete de conexão.

Segui novamente as placas indicando saída – é muito importante e eficiente seguirmos as placas – que me levou a uma oficial de imigração. Ela olhava o bilhete de cada pessoa e direcionava para a fila A, B ou C. Eu estava com o tempo super apertado e com muito medo de perder a conexão para Chicago.

A fila para a qual fui encaminhada havia apenas uma menina já sendo atendida e logo chegou a minha vez. Dei bom dia e entreguei meu passaporte. O oficial não respondeu ao meu cumprimento e me perguntou até quando eu ficaria no país e fazendo o que. Respondi e ele carimbou meu passaporte.

Segui em frente com passos apressados. Caminho único para a área de restituição de bagagens. Como fiz imigração em Miami, tive que retirar minha mala e despachar novamente para Chicago. Ao chegar às esteiras, olhei o painel para saber em qual delas minha bagagem estaria: número 7. Esperei apenas 5 minutos e lá estava ela.

O tempo estava cada vez mais apertado.

Fui novamente seguindo as placas, mas, para não ter erro, pois não tinha tempo para equívocos, eu encontrei um funcionário da American Airlines e confirmei o caminho, para não pegar o lado errado e sair para o saguão, onde fatalmente perderia meu voo. Eu mal me aproximei, ele pegou meu bilhete, leu Chicago e me disse para passar as portas e me manter à esquerda.

Cheguei à área de despacho de bagagem. Havia um balcão grande com vários funcionários. Só fiz entregar minha mala que já estava etiquetada para Chicago. Foi rápido porque estava apenas com uma pequena mala. Fui em frente porque ainda havia mais procedimentos.

No raio X havia uma moça fazendo a leitura do boarding pass. Um casal de brasileiros à minha frente não conseguia achar onde tinha colocado os bilhetes de conexão atrasando toda a fila. Carregavam muitas bolsas, as colocaram no chão, tirando 1001 coisas de dentro. A funcionária começou a ficar irritada, mandou que eles se afastassem e a fila andou.

Eu fui a próxima. Informei o horário de meu voo e perguntei se daria tempo de embarcar, uma vez que o embarque estava cada vez mais próximo. Ela me disse para falar com um moço que controlava a fila de raio X para que ele me passasse à frente. Ele assim o fez, depois de me deixar esperando uns instantes ao lado dele.

Podia escolher entre as duas únicas filas que estavam funcionando. Escolhi a do funcionário gaiato que parecia estar andando mais rápido. Ele brincava, fazia piadas, ajudava as pessoas com as bandejas, mandava todo mundo arrumar  os objetos dentro delas e esperar. Ao seu comando, todo mundo empurrava para a esteira as suas bandejas.

Observei os procedimentos para não perder tempo – eles variam de aeroporto para aeroporto – e todos tiveram que tirar sapatos e até papel dos bolsos. Tic tac, tic tac, estava cada minuto mais tensa. Passei então pelo scanner de corpo. Observei muitas malas de mão passando por revista manual. Quem tinha mala e conexão apertada teve problemas.

Vi nas placas a direção do D2, depois de confirmar que meu voo sairia mesmo dali e então, corri. Corri muito! Naquele momento eu estava na altura do D17 e havia pousado no D23. Subi 2 lances de escada rolante e me deparei novamente com um trem. Por sorte, já estava ali. Pulei dentro e uma estação depois estava na Station 1, onde continuei correndo até o Portão D2.

Cheguei em cima da hora, mas consegui embarcar. Suada e ofegante, mas havia conseguido!

De American Airlines para Chicago desde Miami

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De Miami para Chicago

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Sobrevoando Chicago

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Chegando em Chicago

O equipamento da American Airlines para Chicago era disposição 3X3 com televisor individual e muitos filmes para minha alegria, mas os fones de ouvido tinham acabado e eu havia esquecido de levar os meus. Eles ofereceram lanche: suco, água, café e biscoitinhos. Aproveitei para relaxar com café e biscoitos. Mais uma vez não havia ninguém ao meu lado e voei sossegada e agora completamente relaxada!

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No voo Miami – Chicago: água, café e biscoitinho. Pude relaxar, então.

Em Chicago, segui novamente as placas. É um aeroporto estranho, pois a área de restituição de bagagens é no saguão. Em determinado momento eu achei até que tinha me perdido. Vi novamente o painel para saber em que esteira estaria a minha bagagem e logo ela estava ali.

Desci para a estação de trem dentro do aeroporto. Nas catracas Blue Lines Leo estava ali, lindo e perfeito me esperando, como num filme cheio de romantismo!

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Pouso em Chicago

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Seguindo as placas até a restituição de bagagens

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Eu e minha malinha: esteiras ao fundo.

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Seguindo as placas até a estação de trem para encontrar Leo

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Encontro com meu amor

Conclusões

Se o preço valer à pena, volto a voar de American Airlines, mas tentarei evitar conexões muito apertadas. Deu tudo certo, mas por alguns minutos eu teria perdido as conexões. Uma coisa que considero que foi fundamental para que tudo desse certo: estar viajando com uma mala pequena e apenas uma bolsa. Assim, pude passar rapidamente por todos os procedimentos.

Observei muitas pessoas com dificuldades nas esteiras e no despacho de bagagem pela quantidade de coisas que carregavam.

Notei ainda muitas pessoas se atrasando, e atrasando outros passageiros porque não tinham em mãos a documentação necessária para o embarque: bilhete e passaporte. Vi os funcionários se irritando e tratando mal estas pessoas, tirando-as das filas. Se tinham conexão apertada como a minha, perderam. Quanto mais descomplicarmos passarmos pelos procedimentos, melhor para nós.

Voltando para casa

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No aeroporto de Chicago

O caminho de volta não teve grandes sobressaltos. No aeroporto de Chicago fomos até os totens para imprimir as etiquetas de bagagem e os bilhetes, uma vez que já tínhamos feito check-in on line. Subimos para despacharmos as bagagens, mas como queríamos tentar um upgrade de classe, fomos aos balcões da American Airlines.

Fazemos isso quando o voo é longo e se o valor for possível mudamos de classe. Isso já tinha acontecido no voo da LATAM da África do Sul. Neste voo da American Airlines de Miami nós conseguimos também. Passamos pelo lento raio X, gente demais, processo muito demorado. Tivemos que tirar tudo novamente: de sapatos a papéis. Scanner de corpo e saguão de embarque.

Compramos a famosa e deliciosa pipoca de Chicago, uma doce e uma salgada e seguimos para o portão de embarque. Esperamos apenas 10´antes de entrar no avião. Todo mundo que tinha bagagem de mão teve que despachar, pois o voo estava lotado. Ele foi, contudo, tranquilo. O equipamento não era o mesmo da ida, não tinha televisores individuais, mas teve lanchinho também. Desta vez pretzels, café e água.

Todo o procedimento, desde a saída do hotel em Chicago onde pegamos o tram até o aeroporto (1 hora de viagem) até entrarmos no avião levou 2 horas e meia. No aeroporto de Miami vimos nosso portão de embarque nos visores e pegamos 2 trens – 02 estações – até chegarmos ao D50 de onde partia nosso voo para o aeroporto de Brasília.

Na executiva da American Airlines

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A executiva da American Airlines

É muito bom viajar de executiva principalmente pelo espaço disponível que me permite deitar completamente. Isso para mim tem um valor inestimável. Contudo, este voo da American Airlines é inferior ao da Latam que nos levou de Joanesburgo para Guarulhos. Tanto em termos de espaço quanto de serviço: comida, bebida e atendimento.

Temos menos privacidade e poltronas mais estreitas. Não há TV, mas são disponibilizados tablets que cumprem perfeitamente o papel e pude ver muitos filmes.

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Na executiva da American Airlines

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Conforto é o melhor da executiva

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Petiscos e suco de tomate enquanto esperamos o jantar

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O jantar: Lagostin crocante. Estava gostoso!

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Café da manhã

Quer saber como foi voar de Delta Airlines para Nova York?! Então clica no link bem aqui abaixo!Cais da Ilha de Genebra

+ Voando para Nova York com a Delta Airlines

Veja também, clicando no link abaixo, como foi a imigração em Atlanta a caminho de Nova York

Cais da Ilha de Genebra

+ Imigração em Atlanta nos Estados Unidos

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Voando com a American Airlines para Chicago

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Cais da Ilha de Genebra

By |2019-01-18T20:33:50+00:0018/01/2019|Categories: Américas, Chicago, Estados Unidos|Tags: |4 Comentários

4 Comments

  1. Angela C S Anna 24/01/2019 em 15:18 - Responder

    eita voei com a delta airlines ano passado e não passei por entrevista nenhuma dos funcionarios, nem me perguntaram muitas coisas na imigração, foi super tranquilo, acho q a segunda mais susse da vida haehauea

    • Analuiza Carvalho 25/01/2019 em 09:03 - Responder

      Sério Angie?! Pois depois que as novas normas foram implantadas, em todas as ocasiões que voei com companhias aéreas americanas passei por esta entrevista no check-in (em voos saindo do Brasil). E não foi aleatório, não, do tipo que escolhem alguns, sabe?! Todos que estavam na fila passaram por tal procedimento. Neste voo para Chicago, quando cheguei ao balcão da AA, um rapaz estava finalizando procedimento e entrevista. Já para Orlando, que fui de GOL, não teve entrevista alguma.

      De todo modo fica a informação de que pode acontecer e que é uma entrevista. rsrsr bjs

  2. Gabi Torrezani 24/01/2019 em 20:33 - Responder

    Menina do céu, que saga!!!!! Imaginei você correndo feito louca no aeroporto de Guarulhos. Ainda bem que deu tudo certo. E que chato essa entrevista no check in, ne?

    • Analuiza Carvalho 25/01/2019 em 09:00 - Responder

      oi Gabi… ainda bem que sou atleta amadora né?! Cheguei em Chicago desmontada e suada, mas cheguei! rsrsrs

      Pois então, viajar para USA agora (pelo menos para os voos que partem do Brasil) com companhias aéreas americanas temos que passar por esta nova entrevista. E minha sugestão é que entendamos que é sim uma entrevista porque voando Delta vi uma pessoa tendo problemas no check-in em GRU quando fui para NYC e não sei se ele foi autorizado a embarcar. 🙁 bjs

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