Um LINDO dia de OUTONO em Florença:

Era um lindo dia de Outono em Florença. Acordamos muito cedo, pois tínhamos muito que o ver. Além disso, queríamos sentir, perceber, descobrir esta magnífica cidade.

Este era apenas nosso segundo dia por lá: uma sexta-feira. Havíamos passado todo o dia anterior mergulhados, imersos, absorvidos profundamente pelas obras dos grandes mestres expostos na Galleria degli Uffizi.

Florença e nós

um lindo dia de Outono em Florença

Um café forte e negro para começar bem o dia.

um lindo dia de Outono em Florença

Sorria: estamos em Florença

um lindo dia de Outono em Florença

Botticelli e  “O Nascimento de Vênus”  exposto da Galleria degli Uffizi

Muitas razões nos levaram até uma das principais cidades artísticas do mundo: descobrir se ainda havia traços da Florença medieval cantada por Dante Aliguieri em seu Inferno, enquanto estava no exílio, saudoso e doído diante do que considerava uma grande injustiça.

Conhecer a cidade renascentista, o berço de um período de grandes mudanças e contribuições culturais. Degustar os grandes mestres como Michelangelo, Rafaelo e Botticelli que contribuíram para a beleza do mundo com suas obras e suas cores. Reencontrar Leonardo Da Vinci.

Muitas razões nos levaram até uma das cidades mais interessantes do mundo: sorver em doses cavalares as marcas indeléveis deixadas pelos Médici, conhecer as obras primorosas e espantosas de Giorgio Vasari.

Tomar bons vinhos e comer boas massas. Ouvir o italiano, esse idioma tão sensual que teve sua origem na Divina Comédia de Dante. A Maratona de Firenze, a última maratona que Léo iria correr no ano.

Assim, em uma manhã agradável de outono, onde as temperaturas estavam em torno de 5 ou 6 graus, mas não havia os ventos que gelaram minha alma no dia anterior, e após delicioso café da manhã no Hotel Palazzo Ognissanti, nos dirigimos até a estação de ônibus em Santa Maria Novella.

O destino era o Estádio Artemio Franchi, a casa do Fiorentina, construído em 1931, onde retiraríamos o kit da maratona e o chip de Léo.

Sons e aromas

Saindo do hotel, virando à direita

um lindo dia de Outono em Florença

Conhecendo Florença

um lindo dia de Outono em Florença

Uma olhada no mapa que ainda não temos intimidade com a cidade

um lindo dia de Outono em Florença

Me inserindo na paisagem de Florença

um lindo dia de Outono em Florença

Santa Maria Novella

Para chegarmos a Santa Maria Novella, usamos o nosso meio de transporte favorito: nossos pés e pernas. Nesse momento começamos a inalar e a sugar a atmosfera de Florença, já que era nosso primeiro contato verdadeiro com a cidade iluminada pela luz do sol.

Enquanto caminhávamos, escutamos os ruídos, sentimos os aromas, observamos cores e estruturas. Sem dúvida, Florença é uma cidade gasta, cheia de rugas que não faz a menor questão de esconder porque tem plena consciência de que faz parte de sua beleza aristocrática.

Florença sabe que é isso que nós buscamos quando a visitamos: suas marcas que nos mostram a sua história.

As ruas não estavam cheias: passamos por cafeterias abertas, por senhoras lendo o jornal, estudantes indo para a aula, mas passamos por ruas onde só havíamos nós e o som de nossos passos e pensamentos.

 Florença estava com cheiro de café e de dia que já havia despertado fazia algumas horas.

By |2018-03-07T00:57:41+00:0016/02/2016|Categories: Florença|Tags: , |0 Comentários

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