O EXTRAORDINÁRIO Pavilhão DOURADO na cidade de KYOTO no Japão

O complexo do Pavilhão Dourado, ou Kinkaku-ji (金閣寺), cujo nome oficial é Rokuon-ji, possui muitos elementos como fontes, jardins e pequenos templos. Contudo, o personagem estrelado deste belo lugar é o edifício que popularizou todo o espaço: o Pavilhão Dourado.

Este foi nosso primeiro encontro íntimo com a cidade imperial. Foi a partir deste cartão-postal de Quioto que começamos a conhecer um pouco mais da historia da cidade e consequentemente do Japão.

Chegando ao Pavilhão Dourado

O acesso às bilheterias do Pavilhão Dourado

Chegamos por volta da hora do almoço depois de algumas pequenas aventuras, suor e lágrimas de riso, em nossa primeira manhã em Quioto. Nós pegamos o ônibus 205 e saltamos na parada G – Kinkaku-ji-michi. Havia bastante gente seguindo para o mesmo destino que nós, então apenas nos misturamos ao fluxo.

Apesar da quantidade de pessoas, a maioria absoluta de japoneses, com pouquíssimos ocidentais, todos seguiam tranquilos, sem esbarrões ou qualquer tipo de frisson.

Veja como andar de ônibus em Quioto:

Máquinas de Quioto

Estava bem frio. Era finzinho de outono. Compramos nossos ingressos por 400 ienes e Léo, aventureiro e curioso, resolveu experimentar um doce com recheio de feijão. Eu não gostei, mas ele sim e o comeu em todas as oportunidades.

Uma coisa curiosa em Quioto é que muitos lugares, até ruazinhas e vielas residenciais, possuem máquinas vendendo muitos e variados produtos. Na entrada do Pavilhão Dourado, por exemplo, havia uma da Häagen-Dazs e outra vendendo Cup Noodles.

Todas as instruções estavam apenas em japonês, mas pelo menos os valores estavam em algarismos arábicos e havia imagens, o que facilitava a compra.

Adentrando o Pavilhão Dourado

Pavilhão Dourado

Belo caminho arborizado para a entrada do complexo do Pavilhão Dourado

Pavilhão Dourado

O mapa do Complexo do Pavilhão Dourado

Para entrarmos no Pavilhão Dourado, caminhamos por um belo caminho arborizado, com plantas e árvores variadas, como o Carvalho, monumento natural de Quioto, e o belo colorido do outono.

Há ainda um mapa de todo o complexo, mas com todas as informações apenas em japonês.

Uma coisa que me chamou a atenção foi que não havia nenhum funcionário pedindo para ver o ingresso. As pessoas compravam e simplesmente entravam. Fizemos o mesmo e nos deparamos com outro caminho, ao passarmos pelo primeiro portão.

Primeiros personagens de Kinkaku-ji

Caminho para o Pavilhão Dourado – à esquerda o campanário

Pavilhão Dourado

Portão Tang

Pavilhão Dourado

Hojo

Pavilhão Dourado

Hojo

Os jardins aqui eram ainda mais bonitos, com plantas em todo o percurso. Do lado esquerdo, um campanário do período Kamakura, o primeiro dos três grandes xogunatos que durou de 1185 até 1333.

Veja mais detalhes sobre  xogunato:

Passamos então pelo Portão Tang e em seguida nos deparamos com uma belíssima estrutura, em madeira escura e telhado curvo nas pontas. Este interessante, fluido e levíssimo prédio chama-se Hojo: a antiga residência para os principais sacerdotes dentro do Complexo Kinkaku-ji.

O extraordinário Pavilhão Dourado

Pavilhão Dourado

O magnífico Pavilhão Dourado

Pavilhão Dourado

O Pavilhão Dourado com sua bela imagem refletida no Lago Espelhado

E então, mais à frente, ele surgiu, glorioso, diante de mim. Meus pés estancaram. Parecia uma miragem. Lá estava o famoso Pavilhão Dourado, majestoso, magnífico, elegante e solitário. Indiferente à multidão que o olhava e fotografava, ele parecia meditar, imerso em outro mundo. Na verdade, ele parecia de outro mundo.

Era como uma ilusão. Um presente de deuses para os olhos mortais. A sensação que eu tinha era que a qualquer momento ele poderia diluir-se, sumir e voltar para o seu próprio mundo encantado. Aquele lugar transbordava poesia. Não uma poesia ordinária, que estamos acostumados e a ver por aí, mas sim algo mais divino.

Poemas que só entendemos pela metade, que alcançam nossa alma, deixam nosso espírito enlevado e apuram as nossas percepções, sem dar-se ao trabalho de fazer sentido, por não ser terreno. O Pavilhão Dourado é enigmático, misterioso e sublime.

Um paraíso na terra

Pavilhão Dourado

O Kinkaku-ji resplandesce nas águas la Kyöko-chi

Pavilhão Dourado

Os jardins que cercam Kinkaku-ji

Cercado pelo verde das belas árvores japonesas, com o monte Kinugasa ao fundo, foi hipnotizante observá-lo.

Sua linda imagem estava refletida nas águas plácidas do Kyōko-chi ou Lago Espelhado. Eu poderia afirmar que este lugar é a expressão do éden. Não à toa, o projeto paisagístico, do período Muromachi (século XIV ao século XVI), foi idealizado à inspiração da descrição do paraíso ocidental de Buda.

O Kinkaku-ji foi construído em 1397 pelo 3° xogum Ashikaga Yoshimitisu, que aos 37 anos abriu mão de seus deveres oficiais – mas não de seu poder – para dedicar-se ao sacerdócio. Seu filho o transformou em templo.

Shariden, local onde está situado o Kinkaku-ji, foi usado, lá no século XIII como local de descanso para Saionji Kintsune, um nobre do período Kamakura, que, afirmam os estudiosos, foi um artista de muita versatilidade e era muito próximo do xogunato.

A estrutura

Pavilhão Dourado

3 pisos em estilos diferentes formam o Pavilhão Dourado

O Pavilhão Dourado é um templo zen budista que possui três estilos arquitetônicos em formato de cascata: o primeiro andar, de madeira e paredes de gesso branco, possui estilo Shinden, típicos do período Heian (século VIII ao século XII) e é conhecido como Hôsuiin (“Templo de Dharma da Água”).

O nome foi emprestado da capital japonesa à época – Heian-Kyo, a atual Quioto. Foi um período marcado pelo prodígio nas artes, especialmente literatura e poesia. Além disso, foi neste período que o budismo e taoísmo ganharam força.

O segundo andar possui estilo Bukke, que era usado em residências dos samurais, chamado Chôondô (“Gruta das Ondas Sonoras”). Seu exterior é inteiramente recoberto por folhas de ouro.

O terceiro e último andar, conhecido como o Kukkyôchô (“Soberba Vértice”) foi construído ao modo Salão de Buda Zen. É revestido por dentro e por fora de folhas de ouro. No telhado está uma fenghuang dourada (fénix chinesa).

Queimando em chamas

Pavilhão Dourado

O Pavilhão Dourado em todo o seu esplendor

O Pavilhão Dourado não está (infelizmente) aberto à visitação. Seu interior abriga estátuas diversas como um Bodhisattva Kannon sentado cercado por Quatro Reis Celestiais, além de estátuas de Buda Shaka (Buda histórico) e Yoshimitsu.

Como as janelas do primeiro andar costumam ficar abertas, conseguimos ver nesgas dos tesouros do extraordinário Kinkaku-ji, um dos conjuntos mais esplêndidos que meus olhos de pobre mortal já puderam ver.

Ele já sofreu com incêndios inúmeras vezes. O Pavilhão Dourado que vemos hoje é uma réplica exata do original, completamente destruído por um incêndio criminoso atribuído a um monge que, acredita-se, tinha transtornos mentais, em 1950.

Histórias no Japão

Eu poderia passar o resto de minha vida em contemplação diante daquele inacreditável e mui antigo cenário, rico de delicadeza, cheio de minúcias e pormenores. Entretanto, com certa dificuldade, nós seguimos em frente pelo caminho arborizado e lindo do complexo.

A cada novo elemento, a cada nova descoberta, nossos pés nos detinham e nosso espírito se encantava. Apesar do trânsito constante de pessoas, foi possível perceber a natureza, sentir a energia calma do lugar, contemplar sem interrupções, estar no Kyōko-chi de fato, de corpo, alma e mente.

Em determinado momento um japonês esbarrou em um brasileiro e a máquina fotográfica caiu no chão. O japonês, além de pedir milhões de desculpas, repetidas vezes, absolutamente constrangido e consternado, toda a família se aproximou, também pediu desculpas e na sequência ele sacou a carteira, querendo pagar por qualquer tipo de prejuízo.

O brasileiro sorriu amavelmente e com muita dificuldade os fez entender que tudo estava bem, que acidentes acontecem e que não era necessário nenhum tipo de compensação.

Outros personagens do Pavilhão Dourado

Pelo caminho de sentido único dentro do complexo, passamos por estátuas onde as pessoas jogam moedas, fontes, pontes e uma casa de chá (Sekkatei), adicionado ao Kinkaku-ji durante o período Edo (século XVII ao XIX, quando o Japão foi governado pela família Tokugawa).

Avistamos o Kumo Sakaki – pequeno templo dedicado a Toyama o guardião do Santuário Kasuga. Vimos o Rio de Prata Izumi: o terceiro xogun do xogunato Ashikaga, Ashikaga Yoshimitsu, que governou entre 1368 e 1394, teria usado a água doce e fria desta fonte para a cerimônia do chá. Passamos por pequenas cascatas que tem a ver com a boa sorte e sucesso.

Isso sem falar no Gankasui, usada pelo mesmo xogun para lavar as mãos. Eu preciso mencionar ainda a Yasuminsawa, lagoa cercada por árvores onde é possível sentir a paz que emana de lá, um sentimento profundo. Kyōko-chi é mesmo um templo de beleza e harmonia.

Além disso, à medida que avançamos conseguimos observar o Pavilhão Dourado de diversos e variados ângulos. Impossível saber de que ponto ele se mostra mais bonito, mais absurdamente grandioso dentro de sua perfeição.

Encerrando a visita ao Pavilhão Dourado

Fudo Hall

Na saída, há lojinhas e barraquinhas de comida. Algumas delas permitem que experimentemos os produtos vendidos. Nós compramos o amendoim do forte wasabi deles.

Ali também está o Fudo Hall – pequeno templo, onde vimos inúmeras pessoas acendendo seus incensos e fazendo orações, em um ritual que veríamos, e faríamos, inúmeras vezes ao longo da viagem.

Por fim, para encerrar a visita ao Pavilhão Dourado, eu resolvi ir ao banheiro e fiquei surpresa com o que encontrei: um buraco no chão. Foi tão inesperado que não consegui usar, só vindo a me entender com ele, dias depois.

Para chegar

Ônibus 12 ou 59 para Kinkaku-ji-mae ou 101, 204 ou 205 para kinkaku-ji-michi. Aberto diariamente das 09:00 às 17:00.

Quer conhecer outro lugar incrível em Quioto no Japão?! Então, por favor, clica no link bem aqui abaixo!Cais da Ilha de Genebra

+ O impressionante templo Rengeō-in em Quioto

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O complexo do Pavilhão Dourado, ou Kinkaku-ji (金閣寺), cujo nome oficial é Rokuon-ji, possui muitos elementos como fontes, jardins e pequenos templos. Contudo, o personagem estrelado deste belo lugar é o edifício que popularizou todo o espaço: o Pavilhão Dourado. Ele é magnífico! #quioto #kyoto #japao #pavilhaodourado #viagem #templo #religião #espiandopelomundo #viajantesempressa               O complexo do Pavilhão Dourado, ou Kinkaku-ji (金閣寺), cujo nome oficial é Rokuon-ji, possui muitos elementos como fontes, jardins e pequenos templos. Contudo, o personagem estrelado deste belo lugar é o edifício que popularizou todo o espaço: o Pavilhão Dourado. Ele é magnífico! #quioto #kyoto #japao #pavilhaodourado #viagem #templo #religião #espiandopelomundo #viajantesempressa

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O magnífico Pavilhão Dourado em Quioto no Japão

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Cais da Ilha de Genebra

 

By |2018-08-07T08:15:27+00:0002/07/2017|Categories: Quioto|Tags: , |30 Comentários

30 Comments

  1. rui batista 03/07/2017 em 14:45 - Responder

    Excelente post 🙂 Estive lá em novembro de 2016 e foi ótimo recordar esses belos momentos. Quioto é uma bela de uma perdição… obrigado por me terem devolvido à viagem 🙂

  2. Amanda Saviano 03/07/2017 em 15:08 - Responder

    Que local mágico! E seu post super completo, cheio de detalhes e dicas! Adorei, parabéns!

    • Analuiza Carvalho 03/07/2017 em 15:46 - Responder

      O Pavilhão Dourado é mesmo um desse lugares mágicos, que parecem não serem reais, Amanda. 🙂 bj

  3. Monique Ribeiro 03/07/2017 em 17:28 - Responder

    Que incrível esse templo. O Japão faz parte dos meus sonhos de viagem e uma passada por Quioto com certeza estará inclusa no roteiro! Adorei o post e ja deixei salvo aqui nos favoritos! Um abraço

    • Analuiza Carvalho 03/07/2017 em 17:45 - Responder

      oi Monique… com certeza o Pavilhão Dourado é belíssimo. Por mais que vejamos fotos, ao vivo ele impressiona muito! Na torcida para que você possa visitar logo, logo o Japão! bjus

  4. Klécia Cassemiro 04/07/2017 em 23:38 - Responder

    Eu tenho uma palavra para definir o Pavilhão Dourado: hipnotizante! Como não voltar os olhos pra ele? O Japão deve ter um número incrível de templos lindos, mas esse me encantou pela firmeza das linhas e pela cor, tão “imperial” como a cidade. Eu fiquei morta de curiosidade para ver o interior, que pena que não dá pra visitar. Vou imaginar então que é tão encantador quanto seu exterior 🙂
    Ps.: Também fiquei curiosa pelo doce de feijão!

    • Analuiza Carvalho 05/07/2017 em 10:15 - Responder

      Verdade! O Japão tem tantos templos que é difícil visitar todos, mas dos que vi, nenhum deles se comparou ao Pavilhão Dourado! Tudo nele resplandece e o conjunto da obra é extraordinário!!!!!

      rsrsrsrsrsrsr eu tenho certeza ABSOLUTA que você ficou curiosa como o horroroso bolinho de feijão! rsrsrsr Quero muito ler sobre suas impressões gastronômicas quando você visitar o Japão!!!! rsrsrs bjuuussss

  5. Gisele Almeida 05/07/2017 em 18:59 - Responder

    Adoro o Japão e também adorei o doce com recheio de feijão. Experimentei em Tokyo. Parabéns pelo post e por essas fotos lindas. Já queria ter ido a Quioto e não tivemos tempo mas agora fiquei ainda com mais vontade. 😀

    • Analuiza Carvalho 05/07/2017 em 19:48 - Responder

      Ih Gisele! Então você é mais destemida do que eu que não gostei do doce de feijão. rsrsrs Eu gostei muito de Quioto! Pena você não ter ido! bj

  6. Laís 06/07/2017 em 18:59 - Responder

    Muito lindo! Aquele templo refletido na água é espetacular.. O Japão deve ter lugares assim de babar!

    • Analuiza Carvalho 06/07/2017 em 19:46 - Responder

      oi Laís… Verdade! O Japão tem muito lugar bonito e interessante e o Pavilhão Dourado, com sua imagem refletida no lago, é um dos mais bonitos. 🙂

  7. carlaalexmota 06/07/2017 em 19:55 - Responder

    Quando visitei este palácio estava um dia maravilhoso. Adorei as cores, o brilho, tudo. É maravilhoso.

    • Analuiza Carvalho 06/07/2017 em 20:48 - Responder

      Eu também adorei tudo o que vi por lá Carla! Apesar do frio, em minha visita o dia também estava muito bonito. 🙂

  8. viajarcorrendo 06/07/2017 em 20:48 - Responder

    Oi Analuiza!!! Quanto tempo!!! Realmente esse local é majestoso! Uma pena que o original foi consumido pelo fogo, né? A beleza dele me chamou muita atenção, mas outra coisa também… Como assim um doce de feijão? Jesus, deve ser muito louco isso…
    Parabéns pelo post!
    Super beijo
    Carolina

    • Analuiza Carvalho 07/07/2017 em 08:07 - Responder

      oi Carol!!! Sim, deve ter sido uma tristeza sem tamanho ver aquela obra de arte ser consumida pelo fogo. Este foi criminoso, mas o Japão tem forte e antiga relação com o fogo que já consumiu suas cidades vezes sem conta.

      A gastronomia japonesa é mesmo para os fortes!! hehehe

      Obrigada. Fico feliz em saber que gostou do texto! 🙂 bjus

  9. Tatiana 06/07/2017 em 21:08 - Responder

    Eu ainda não conheço, mas minha vontade só aumentou. Que apareçam promoções arrasadoras ou quem sabe, um erro de uma companha aérea ! 😉

  10. Rayane Azevedo 07/07/2017 em 19:08 - Responder

    Uau, que ligar lindo! Amei o artigo com tantas fotos lindas. O Japão realmente é incrível e merece ser explorado. Parabéns! Bjs

    • Analuiza Carvalho 07/07/2017 em 20:19 - Responder

      Obrigada Rayane… que bom que consegui passar um pouco da beleza do Pavilhão Dourado! Esta é mesmo uma joia japonesa! 🙂 beijinhos

  11. Mayte 08/07/2017 em 11:31 - Responder

    Eu estava muito curiosa para ler esse post. Ele está incrível e como eu já disse, a cada novo post que eu leio seu sobre o Japão a minha vontade só aumenta de conhecer esse país que estava to fim da minha lista.

    Com certeza qdo isso acontece Quioto estará nos lugares a serem visitados. Passar pelo Pavilhão Dourado será obrigatório, uma pena não poder conhecer o seu interior, fiquei muito curiosa.

    Feito de folhas de ouro os dois últimos andares? Que incrível Ana por isso essa cor tão forte e reluzente. Acho que os outros personagens perdem todo o seu encanto diante de um templo como esse. :X

    Bom, sobre o doce de feijão acho que eu passo, prefiro os de ovos de Portugal rsrsrs…

    • Analuiza Carvalho 10/07/2017 em 12:13 - Responder

      oi Maytê… eu fico verdadeiramente feliz em saber que estou despertando em você a vontade de conhecer o Japão. Sei que você sofrerá com a gastronomia, mas por outro lado, você, alma sensível e atenta, vai se encantar fortemente com a delicadeza que encontramos em cidades japonesas! Eles tem verdadeiras joias como Kinkaku-ji que parece ter vida própria. Eu também queria ter visitado seu interior, mas este é um privilégio para poucos mortais.

      Eu concordo com você que os outros elementos do Complexo, apesar de terem seu valor, terminam ficando apagados diante da magnificência do Pavilhão! 🙂 beijuuuss

  12. Paula Oliveira Abud 10/07/2017 em 11:50 - Responder

    Dois destinos que eu amo conhecer mais aqui no blog: Japão e Portugal. Estou louca pra conhecer ambos, na torcida, também, por passagens acessíveis, porque por hora está difícil 🙁

    • Analuiza Carvalho 10/07/2017 em 11:56 - Responder

      Fico feliz em saber que o EPM está despertando bons sentimentos em você a respeito desses dois países incríveis, Paula. 🙂 Menina, não é verdade?! Também estou em um momento “caça à passagens aéreas” e tudo está muito acima da média razoável! Oremos por mudanças! 🙂 bjus

  13. angiesantanna 10/07/2017 em 17:10 - Responder

    O Japão eh uma viagem que quero realizar há anos! Gosto muito da cultura e pensamento deles, vivi bastante no Aikido e quero ver direto no país!

    • Analuiza Carvalho 10/07/2017 em 17:53 - Responder

      Eu gostei muito de minha passagem por lá! Sinto que vi apenas uma camada superficial deste país tão complexo, mas que me encantou mesmo assim. 🙂

  14. Alessandra 11/07/2017 em 15:32 - Responder

    Deve ser incrível conhecer o Japão, uma cultura completamente diferente. E os lugares para visitar são maravilhosos. Adorei as dicas. Parabéns.

    • Analuiza Carvalho 11/07/2017 em 21:07 - Responder

      É verdade Alessandra! O Japão é uma viagem incrível justamente por ter uma cultura tão distinta da nossa! 🙂 bjus

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