Em BUSCA de GOGOL pelas ruas de MOSCOU – tarde MEMORÁVEL

Depois de visitarmos a espetacular Catedral de São Basílio, cartão-postal da capital russa, decidimos sair em busca da casa de Gogol em Moscou, o escritor russo. Contornamos então o  muro vermelho do Kremlin que margeia o Rio Moscou e caminhamos.

Casa de Gogol em Moscou

Avenida que margeia o Kremlin e o Rio Moscou

No rio, diversos barcos repletos de pessoas. Nas ruas, locais e turistas andando e na pista carrões voando.

Tateando aqui e acolá, nos perdendo e nos achando, pois não é exatamente fácil encontrar endereços em Moscou, chegamos ao Nikitsky bul 7, o endereço que tínhamos em mãos.

Havia um portão aberto e atrás dele um bonito jardim com uma estátua do escritor Nikolai Gogol (1809–1852).

Entramos.

Em busca de Gogol

Casa de Gogol

Belo jardim com escultura do escritor russo Nikolai Gogol

Casa de Gogol em Moscou

Escultura de Gogol

Buscamos por um bom tempo uma placa, uma indicação, uma porta, qualquer coisa que pudesse nos dar uma pista de onde era entrada da casa museu. Nada! Tudo o que encontramos foram portas fechadas e entulhos no fundo das casas.

Não havia sinal algum.

As pessoas ali não falavam inglês e tampouco sabiam onde estava localizada a casa do escritor.

Contudo estávamos muito determinados em encontrá-la!

Saímos de novo para a rua e viramos à direita. No prédio ao lado encontramos uma portinha entreaberta. Coloquei o rosto lá dentro (dificilmente resisto a uma porta aberta) e vi uma bilheteria.

Será que finalmente havíamos encontramos a casa de Gogol em Moscou?!

Hello! Gogol?!

Casa de Gogol em Moscou

Nikitsky bul 7 – casa ao lado do jardim com a escultura do escritor: dentro havia uma bilheteria

Casa de Gogol em Moscou

Nikitsky bul 7, o endereço que tínhamos em mãos – porta aberta

Entramos e perguntamos na bilheteria: Hello! Gogol?

A mocinha que estava atrás do vidro arregalou os olhos (às vezes eles se assustam diante da impossibilidade de comunicar-se com estrangeiros) e disparou escada acima.

Ficamos confusos por uns instantes!

Alguns poucos segundos depois ela reapareceu com uma senhora que falava meia dúzia de palavras em inglês com forte acento. Com um largo sorriso no rosto, ela nos arrastou (literalmente) para o andar superior, enquanto a mocinha voltava para sua cabine.

A senhora então nos conduziu a uma sala pequena onde já havia um casal e um jovem esperando: todos russos.

A pedido da senhora, o jovem, nos foi traduzindo, com muita dificuldade e gentileza, tudo o que ela, que era nossa guia, dizia durante o recorrido pelas diversas salas que compunham aquele piso e que representavam o fantástico mundo de Gogol.

Pelo mundo de Gogol

Casa de Gogol em Moscou

Gogol gostava de escrever nas paredes, pelo que entendemos da tradução

Neste primeiro pequeno ambiente, que representava a entrada da casa do autor, começava o nosso tour.

O resto da casa mostrava variados ambientes decorados de maneira a representar o autor e o mundo de seus personagens: uma porta por onde podíamos ver o seu jardim, um banheiro onde ele gostava de escrever nas paredes e o meu favorito: uma sala de jantar como as que ele descreve em seus contos.

Cada um de nós ganhou um trecho de um de seus escritos, o que me deixou rindo à toa. Guardei minha preciosidade como se Gogol, em pessoa, o tivesse me dado.

A senhora, que nos recebeu, a nossa guia, era uma figura adorável!

Para cada ambiente, ela me puxava pelo braço, me fazia sentar, me levantava. Sentia-a me como uma boneca de pano. O tempo todo ela chamava a minha atenção para este ou aquele ponto dos ambientes.

Eu me deixei levar pelo mundo de Nikolai Gogol com extrema felicidade! Quase nem cabia em mim!

Ela falava muito rapidamente em russo, olhando para mim, como se eu pudesse entendê-la. Eu sorria, confesso que deliciada com a receptividade. Então ela parava, calava-se e olhava para o jovem russo, que suando muito, começava sua tradução truncada.

A visita foi ótima e divertida, me senti super acolhida por esta russa agitada e empolgada, que foi muito carinhosa comigo. Adorei viajar por todos os aspectos da casa de um de meus autores russos favoritos, embora nem tudo tenhamos conseguido entender e pudemos apenas deduzir pelo inglês duro e pobre do gentil russo.

Casa de Gogol em Moscou

Vários trechos em russo, claro, de coisas escritas pelo autor.

Casa de Gogol em Moscou

Uma sala de jantar como a que Gogol descrever em alguns de seus maravilhosos contos

Uma pulga bem atrás da orelha

Casa de Gogol em Moscou

Pelas ruas de Moscou indo encontrar Margarida e o Diabo

Mesmo gostando do local (até deixei uma mensagem fofa no livro de visitas) saímos de lá com uma pulga atrás da orelha.

Havia algo estranho. Entre outras coisas havíamos lido que a visita não era gratuita e nenhum ingresso nos foi cobrado.

No dia seguinte descobriríamos que de fato aquela não era a casa de Gogol em Moscou. Nunca, entretanto conseguimos descobrir o que era aquele lugar onde passamos um tempo maravilhoso. Apenas imaginamos que era uma espécie de exposição tendo o escritor como tema. Seja como for, me proporcionou momentos memoráveis.

Naquela tarde, com esta dúvida ainda, seguimos nosso caminho, desta vez em busca do local onde o Diabo chegou em sua visita à Moscou, em O Mestre e Margarida do escritor, também russo, Mikhail Bulgakov.

Nota: A cidade onde Gogol nasceu pertencia ao Império Russo, hoje, contudo pertence a Ucrânia.

Quer saber se no dia seguinte encontramos ou não a Casa Museu de Gogol? Então clica no link bem aqui abaixo!

Cais da Ilha de Genebra

+ A Casa Museu de Gogol em Moscou

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Cais da Ilha de Genebra

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Casa de Gogol em Moscou

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Cais da Ilha de Genebra

By |2018-03-07T00:57:58+00:0017/11/2014|Categories: Moscou|Tags: |38 Comentários

38 Comments

  1. Que programa delicioso. Adorei. Li “O Nariz” de Gogol quando fui à Rússia. Na altura consegui assistir a uma peça em São Petersburgo baseada na sua história. Foi memorável.

    • Analuiza Carvalho 17/12/2017 em 09:50 - Responder

      oi Carla… eu também li “O Nariz” entre tantos outros. Eu adoro a maneira irônica e superlativa de Gogol!

      Que MÁXIMO você ter assistido a uma peça em Petersburgo baseada na história de O Nariz. Não tenho dúvidas de que deve ter sido mesmo memorável!!!! bjs

  2. Alessandra Fratus 17/12/2017 em 11:22 - Responder

    Muito legal! Adoro essas histórias de ‘roteiros’ temáticos. A Rússia guarda tanta riqueza e segredos que fico encantada quando leio um post assim, tão cheio de detalhes e fatos interessantes. Muito bom! Obrigada por compartilhar!

    • Analuiza Carvalho 18/12/2017 em 11:12 - Responder

      oi Alessandra… fico imensamente feliz em saber que gostou dessa pequena aventura russa! A Rússia é de fato interessante, cultural e cheia de histórias para contar! Fomos muito bem tratados por lá e quem sabe um dia eu não volte para mais aventuras?! beijocas

  3. Ester 17/12/2017 em 22:36 - Responder

    Então quer dizer que a dificuldade de comunicação na Rússia não é uma lenda? Hehe! Gostei do relato. Tem mesmo dessas de a gente estar procurando muito uma atração e não acharmos, né? Foi assim comigo em Paris, procurando a “I love you wall”… Um desencontro de informações! Bjs!

    • Analuiza Carvalho 18/12/2017 em 11:08 - Responder

      Oi Ester… não é lenda, pois os russos não falam inglês e a maioria de nós turistas brasucas não falamos russo, mas honestamente?! Por essa não comunicação fácil, vivemos histórias lindas como essa, fomos alvo da extrema generosidade do povo. Fomos muito bem tratados e as barreiras da comunicação não causaram nenhum grave problema!

      beijocas

  4. Tina Wells 18/12/2017 em 13:36 - Responder

    Que interessante! Também fiquei curiosa! Será que vocês entraram em alguma espécie de Universo paralelo? De qualquer maneira, deve ter sido uma experiência muito legal.

    • Analuiza Carvalho 19/12/2017 em 09:06 - Responder

      Muito bom, Tina! Será que entramos em algum tipo de Universo Paralelo?! Você me fez pensar se não foi isso mesmo! A situação foi tão surreal que é capaz de ter acontecido isso mesmo! ehehehe bjuuus

  5. Patricia Camara 19/12/2017 em 05:55 - Responder

    Obrigada por fantástica partilha! Muito bom ler os seus relatos. Ainda não conheço a Rússia e quero muito. Sem dúvida que já está na wishlist há um tempo e 2018 terá que ser ano de concretizar!!

    • Analuiza Carvalho 19/12/2017 em 09:59 - Responder

      oi Patricia… Obrigada! Que bom que gostou de nossa pequena aventura pelas ruas de Moscou! Rússia é um país incrível, de lugares sensacionais, povo simpático e acolhedor e que nos permite viver pequenas aventuras como esta, que viram deliciosas histórias para contar! rsrs bj

  6. Robba Caravieri 19/12/2017 em 23:16 - Responder

    Muito bom ler sua visão e seus relatos sobre esse local.Adorei o texto e deve ser uma cidade realmente muito acolhedora e fantástica de ser visitada. As fotos estão ótimas!

  7. Martinha 21/12/2017 em 05:09 - Responder

    Waow.. que post mais lindo.. adorei a história. Ainda não conheço a Rússia, mas quero muito. Tudo culpa de Moscou e a história que a cidade carrega. Amei esse roteiro e já quero fazer =)

    • Analuiza Carvalho 21/12/2017 em 13:23 - Responder

      Oi Martinha… fico feliz que tenha gostado desta minha busca pelo autor russo Gogol, um de meus preferidos. Por causa dele eu vivi estes deliciosos momentos. rsrs

      Tanto a Rússia quanto Moscou me impressionaram muito. A cidade tem muitos elementos para que você goste dela. 🙂 Tomara Rússia entre logo em seu caminho! 🙂 bjus

  8. Edson Amorina Jr 02/01/2018 em 16:40 - Responder

    Que bela surpresa! Hahaha… eu tinha certeza que você tinha achado o lugar correto, mas a experiência valeu muito mais pela reviravolta.

    • Analuiza Carvalho 05/01/2018 em 09:17 - Responder

      oi Edson… a gente também achou que tínhamos encontrado a casa de Gogol, mas que nada!!! Isso só conseguimos achar no dia seguinte, pois não desistimos. Mas esta foi mesmo uma experiência maravilhosa!!! 🙂 bjus

  9. Juliana Moreti 27/01/2018 em 12:07 - Responder

    hahahahahahah
    Confesso que fiquei perdida com teu texto, pois já havia lido o post sobre tua visita a casa de Gogol e pensei: que estranho, não era isso que eu havia lido e eu também fiquei com essa pulga atrás da orelha! Enquanto eu lia, pensava: será que eles entraram em uma casa errada? Bingo!
    Isso aconteceu comigo em Roma e Praga. Em Roma foi por eu não ter o endereço da igreja e o Google Maps não estar na vida de todo cidadão (rs), mas em Praga foi culpa do Google. Queríamos visitar um Memorial do terror nazista e também a famosa escultura em movimento do Kafka. Ambas estavam (ou estão ainda) anotados com o endereço errado no app. No caso do memorial, rodamos a rua de cabo a rabo e cheguei até a perguntar em uma universidade que havia na esquina (e que o funcionário sem saber inglês gentilmente foi comigo até a rua e me apontou que era mais para baixo – mas não adiantou, pois eu precisava virar uma rua e isso eu não entendi em tcheco). Achamos o memorial apenas quando estávamos desistindo.
    Já o Kafka foi mais difícil, pois a localização do Google nos mandava para um outro bairro e muitos ali não sabiam. Achamos apenas uma pessoa que nos disse que tal monumento estava atrás do supermercado que sempre íamos. E com isso, foi rodar em volta para achá-lo (e achamos)

    • Analuiza Carvalho 30/01/2018 em 18:05 - Responder

      Viva a perseverança dos viajantes curiosos!!! Por isso que não uso o Google quando estou viajando. Só o velho mapa de papel. O problema da Casa de Gogol e alguns outros sítios na Rússia é que não tem placa indicativa na porta. Muitas vezes passamos em frente e não temos ideia de que chegamos ao lugar. Pois se tivesse placa, mesmo em cirílico, já ajudava porque a gente então deduzia.

      Pode ser que por conta da Copa, algumas coisas tenham mudado. De qualquer maneira, eu gosto dessas buscas, dessas caças ao tesouro. Principalmente se encontramos o tesouro! rsrsrs beijocas

  10. Fabia Fuzeti 02/02/2018 em 08:48 - Responder

    Que aventura para achar o museu, hein? Estar em países com língua tão diferente e com grafia que não entendemos é realmente um desafio. Foi bem difícil quando visitei a Russia. Qualquer coisa simples era complicada… MAs que bom que no fim você encontrou e curtiu a visita 🙂

    • Analuiza Carvalho 02/02/2018 em 12:42 - Responder

      oi Fabia… sim, um desafio, mas em minha opinião, um desafio divertido que pode nos proporcionar belas tardes como esta que passamos na suposta casa de Gogol! 🙂 bjs

  11. Que loucura, a visita, a senhora te guiando e depois você descobrir que não era a casa dele. Muito doido. Mas deve ter sido muito interessante.

    • Analuiza Carvalho 02/02/2018 em 11:48 - Responder

      oi Adriana… foi muito doido mesmo, e divertido e memorável! rsrsrs Me senti muito acolhida por lá! Foi uma visita bem interessante e o mais bacana é que no dia seguinte nós encontramos a casa de Gogol e, acredite, a mesma senhorinha novamente, que foi toda sorrisos! rsrs bj

  12. Que post lindo! Eu ainda nao tive a oportunidade de conhecer a Russia e para dizer a verdade nunca tive muito interesse.. Porem quanto mais conheco do pais mais tenho vontade de conhecer.

    • Analuiza Carvalho 04/02/2018 em 12:03 - Responder

      oi Oscar… eu também não tinha vontade de conhecer a Rússia, até conhecer! rsrs O país é surpreendente, vistoso, artístico e acolhedor. Passei momentos ótimos por lá e depois de conhecê-lo eu recomendo muito uma visita! 🙂

  13. Paola Ramos 04/02/2018 em 17:13 - Responder

    Deve ter sido super legal esse passeio! E é gostoso ver que mesmo com a “barreira” da língua as pessoas se esforçam para que o turista consiga ter uma boa experiência.

    • Analuiza Carvalho 04/02/2018 em 17:20 - Responder

      oi Paola… a Rússia foi bem assim: acolhedora! A barreira da língua nos os impediu de serem generosos e ótimos anfitriões. Esta tarde foi memorável. Em parte graças a Gogol, um de meus escritores favoritos. Em parte devido a mamuska tão querida que nos recepcionou pelo mundo do autor. 🙂

  14. Leo Vidal 04/02/2018 em 19:17 - Responder

    Não conhecia sobre Gogol, como sempre aprendendo bastante lendo seus posts.

  15. Viviane Carneiro 05/02/2018 em 17:01 - Responder

    Que programa interessante! Parece que foi um passeio muito legal. Adorei as dicas! Bjs

    • Analuiza Carvalho 05/02/2018 em 17:08 - Responder

      oi Viviane, mais do que legal, eu diria memorável. Jamais me esquecerei daquela tarde em que mergulhamos no mundo Gogol porque estávamos absolutamente perdidos! Ultrapassamos alguma porta mágica eu suponho. Fomos tão bem acolhidos neste mundo Gogol! 🙂

  16. Deisy Rodrigues 05/02/2018 em 18:01 - Responder

    Eu tenho uma imensa vontade de conhecer a Rússia e todo post que leio dela é especial e só faz a vontade aumentar, agora que desencontro que no fim das contas foi uma experiência super interessante que se vcs tivesse acertado o local nem teria vivido,eu amo literatura russa e o Gogol têm um lugar especial no meu coração.

    • Analuiza Carvalho 05/02/2018 em 18:36 - Responder

      oi Deisy… Rússia é assim: cheia de desencontros que nos permitem momentos como este, memoráveis. Foi uma delícia entrar no mundo Gogol e ser tão bem acolhida pela mamuska. Por isso, te aconselho: visite Rússia e se perca por este lindo país! 🙂 bjus

  17. Nadine 06/02/2018 em 11:03 - Responder

    A Rússia é definitivamente um lugar que me fascina e que um dia eu ainda vou conhecer!
    Esses roteiros inesperados e não planejados são sempre os melhores. Que melhor forma de conhecer de verdade um lugar senão se perdendo e encontrando coisas que você nem imaginava? Achei fantástica a experiência!

    • Analuiza Carvalho 06/02/2018 em 11:51 - Responder

      oi Nadine… foi mesmo maravilhosa esta experiência que vivemos achando que estávamos na casa de Gogol… Concordo plenamente com você: quando nos permitimos estar numa cidade e nos perdermos nela e por ela, temos a chance de vivermos deliciosas experiências como essa. Tomara que um dia você visite a Rússia, porque ele é sim, um país fascinante! 🙂 bj

  18. angela sant anna 12/02/2018 em 05:09 - Responder

    aehaeuah eita, cairam numa exposição mas n era exatamente o que estavam procurando, ainda bem que foi uma supresa boa!

    • Analuiza Carvalho 12/02/2018 em 09:54 - Responder

      Muito boa Angie!!! Nunca me esquecerei desta tarde! Esta foi uma boa surpresa de viagem. Uma das muitas que a Rússia me reservou! rsrs bj

  19. Adrielle Saldanha 12/02/2018 em 10:22 - Responder

    A Rússia sempre encantando. Fiquei presa na história tentando entender a tal Gogol. Adorei!

    • Analuiza Carvalho 12/02/2018 em 10:48 - Responder

      oi Adrielle… visitar a Rússia tem destas coisas. Boas surpresas! Além do mais, como não falava o idioma, sequer entendia os caracteres cirílicos, nem tudo eu conseguia compreender, despertando assim outros sentidos, percebendo, intuindo, sentindo, imaginando, como aconteceu com a suposta casa de Gogol, meu escritor russo favorito! 🙂

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